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Cada vez mais os Recursos Humanos são peças fundamentais nas organizações e cada vez mais conseguem afirmar a sua posição dentro das mesmas. Ser do departamento de Recursos Humanos não é só tratar da assiduidade e pontualidade. É saber ouvir, dar as mesmas oportunidades nas mais diversas situações, é orientar as pessoas para que elas as possam desenvolver, entre outras.

O capital humano é importante porque é a fonte de inovação e renovação. Segundo Stewart (1999), “o capital humano é fora do seu contexto, o local onde começam todas as escadas: a mola real da inovação, a home page, sob discernimento. Se o capital intelectual é uma árvore então os seres humanos são a seiva- em algumas companhias as seivas- que fazem com que cresça”. Antigamente havia um grande foco em adquirir recursos financeiros e materiais, pois o sucesso da empresa era representado pelo tamanho da organização, hoje em dia, isso já não se verifica, pois existem empresas pequenas que são mais bem-sucedidas do que as grandes empresas, a simples razão é a inovação, e quem traz criatividade e inovação ás empresas é o conhecimento que o capital humano detém.

Assim, devido à globalização existem empresas que têm que se adaptar à realidade económica e por isso têm que reduzir os custos e aumentar a produtividade para conseguirem ser competitivas. O talento é outro aspeto importante, pois a organização só irá atingir os seus objetivos se obtiver os recursos mais talentosos. Segundo Chiavenato (2009), as empresas estão a investir pesadamente no capital intelectual para aumentar a sua vantagem competitiva, refere ainda que a criatividade e a inovação surgem no meio de ideias, estas provêm do conhecimento e este está na cabeça das pessoas.

As organizações cada vez mais procuram colaboradores competentes, pois eles detêm a qualidade chave para o êxito, ou seja, o talento. Hoje em dia as empresas devem estar preparadas transmitir respostas competitivas face ao seu meio envolvente, e a questão da competitividade deve ser alcançada através da inovação e da criação. De acordo com Henriques (1997) a inteligência do colaborador é também com fator importante que leva à valorização deste mesmo “ a inteligênciaé muito mais do que fazer raciocínios ou resolver problemas formais…dirigir a motivação, construir a própria liberdade, conduzir habilmente a negociação com as nossas limitações”.

Desta forma, deve haver transparência na organização que permita que os colaboradores estejam integrados nos objetivos da organização. Visto que, é o capital humano que detém criatividade e que, portanto, traz inovação para a organização, tornando-a mais competitiva.

“O dinheiro fala, mas não pensa. As máquinas executam, frequentemente melhor do que qualquer ser humano é capaz, mas não inventam” Stewart

Adriana Costa

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